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170 poços offshore em jogo

João Montenegro / Brasil Energia Petróleo      sexta-feira, 24 de maio de 2019

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Brasil Energia Petróleo - Um universo de aproximadamente 170 poços. Esse é o escopo de projetos de E&P offshore cujas fichas de caracterização foram submetidas ao Ibama desde 2018 por operadoras de ativos marítimos no país, segundo levantamento feito pela BE Petróleo.

 

São, ao todo, 19 empreendimentos em andamento ou a serem iniciados distribuídos por sete bacias – a maioria deles em Santos e Campos (nove na primeira, quatro na segunda e um envolvendo as duas). Na sequência estão Foz do Amazonas, com dois empreendimentos, Sergipe-Alagoas (um) e Jequitinhonha (um).

 

A norueguesa Equinor responde pelo maior número de poços contemplados: são 58 referentes a três projetos, sendo um de exploração (Norte de Carcará, com cinco poços) e dois de desenvolvimento da produção (Carcará, com 32 poços, e Peregrino Fase 2, com 21 poços).

 

A norte-americana ExxonMobil tem três projetos envolvendo 33 poços, nos blocos BM-C-753, BM-C-789, BM-S-536, BM-S-647 e Titã (17); SEALM-351, SEAL-M-428, SEAL-M-430, SEAL-M-501, SEAL-M-503 e SEAL-M-573 (11); e  BM-C-37 e BM-C-67 (cinco).

 

Na sequência aparecem a Shell e a Petrobras, com 21 poços cada uma.

 

A anglo-holandesa submeteu ao Ibama quatro projetos prevendo atividades nos blocos BM-S-54 e Sul do Gato do Mato (dez poços), CM-791 (três poços), Alto de Cabo Frio Oeste (cinco poços) e Saturno (três poços).

 

Já os empreendimentos da estatal são relativos aos blocos BM-J-4 e BM-J-5 (11 poços), Alto de Cabo Frio Central (seis) e Manati (seis).

 

Na sequência estão a Enauta (ex-QGEP), com 12 poços referentes ao sistema definitivo de produção do campo de Atlanta; Total (oito poços em Lapa); Karoon (sete poços em Neon e Goiá, em Santos); PetroRio (cinco poços na Bacia da Foz do Amazonas); e BP Energy (três poços em Pau Brasil).

Confira, a seguir, o detalhamento de cada um dos projetos por operadora:
 

BP ENERGY


Pau Brasil, na Bacia de Santos

O bloco está situado em frente à costa do estado do Rio de Janeiro, ocupando área total de 1,187 mil km², à distância mínima da costa de aproximadamente 285 km em relação ao município de Arraial do Cabo (RJ). As lâminas d’água variam entre 2,4 mil m e 3,4 mil m.

 

A BP pretende perfurar pelo menos um poço exploratório no bloco, sendo que outros dois poderão vir a ser perfurados, a depender dos resultados do primeiro. Caso sejam encontrados indícios de hidrocarbonetos, poderá ser realizado um teste de formação.

 

Para a atividade de perfuração será empregado um navio-sonda com posicionamento dinâmico.

 

As bases logísticas para suporte à atividade ainda não estão definidas, sendo mais provável, para a base marítima, uma unidade portuária entre as já existentes no município de Niterói (RJ).

 

A principal alternativa considerada para a base de suporte aéreo é o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).

 

As atividades de perfuração têm duração estimada de 150 dias por poço. O primeiro deles tem início previsto para agosto de 2020.

 

 

ENAUTA


Sistema definitivo do campo de Atlanta, na Bacia de Santos

 O campo já produz por meio de um sistema de produção antecipada (SPA), com dois poços produtores conectados ao FPSO Petrojarl 1. Em abril de 2019, era perfurado o terceiro poço produtor que completará o SPA.

 

Para o sistema definitivo, pretende-se instalar, em 2022, um novo FPSO com capacidade de produção de 50 mil bopd via 12 poços produtores.  

 

Três poços produtores serão transferidos do SPA, bem como as suas linhas flexíveis e umbilicais, e nove novos poços produtores serão perfurados.

 

A perfuração será realizada em duas fases: uma em 2021, contemplando cinco poços, e uma em 2024 (quatro poços).

 

A instalação do sistema submarino ocorrerá também em duas fases correspondentes. O FPSO contemplará um slot para receber uma linha de importação de gás, caso disponível. O projeto não prevê reinjeção de gás nem de água.

 

As atividades são apoiadas a partir do Porto de Niterói (RJ).

 

EQUINOR


Norte de Carcará, na Bacia de Santos

A atividade será realizada por um navio-sonda. Está prevista a perfuração de cinco poços por um navio-sonda e a possível realização de testes de formação de curta duração. A lâmina d’água local é de cerca de 2 mil m.

 

O apoio marítimo está a cargo da Brasco Logística (RJ).

 

Sistema de produção de Carcará, na Bacia de Santos

O reservatório de hidrocarbonetos do ativo engloba o bloco BM-S-8 e a área Norte de Carcará, a uma distância mínima de 180 km da costa (município de Ilhabela, SP), em lâmina d’água entre 1,9 mil m e 2,3 mil m.

 

O sistema de produção será composto por poços de desenvolvimento, de completação molhada, que serão conectados através de equipamentos submarinos a um FPSO com capacidade para processar até 15 milhões de m³/d de gás e 220 mil bopd.

 

O escoamento da produção de óleo se dará por navios aliviadores. Já o gás produzido será reinjetado no reservatório do campo, podendo, no futuro, ser escoado para processamento e distribuição em terra.

 

Uma nova plataforma poderá ser instalada em uma eventual segunda fase do projeto.

 

O apoio marítimo está a cargo da Brasco Logística (RJ).

 

Peregrino Fase 2, na Bacia de Campos

O projeto consiste na instalação da terceira plataforma fixa do tipo cabeça de poço (Well-Head Platform), que será responsável pela perfuração dos poços (16 produtores de óleo e cinco injetores de água) e produção de óleo e gás.

 

Os hidrocarbonetos produzidos serão enviados pela plataforma Peregrino A ao FPSO Peregrino – ambos operacionais –, onde serão processados.

 

Para tanto, serão instaladas duas novas linhas de produção e uma de injeção de água, que conectará a nova plataforma (Peregrino C) a Peregrino A.

 

O óleo produzido será escoado por navios aliviadores, e o gás, utilizado na geração de energia no FPSO. Para minimizar as emissões atmosféricas geradas pela geração de energia necessária às atividades do campo, a Equinor instalará um gasoduto de importação de gás, que será conectado a Peregrino C e ao in-line tee da Petrobras (gasoduto Rota 2).

 

A estrutura de apoio será a mesma já em operação no campo de Peregrino.

 

EXXONMOBIL


BM-C-37 e BM-C-67, na Bacia de Campos

Compreendendo área de 1,436 mil km², os blocos se situam em lâminas d’água entre 2,2 mil m e 2,6 mil m, à distância mínima de 127 km da costa, na altura de Guarapari (ES).

 

O programa exploratório mínimo (PEM) dos ativos prevê a perfuração de até cinco poços exploratórios, com utilização de um navio-sonda ou semisubmersível com sistema de posicionamento dinâmico. O método previsto é o de perfuração rotativa convencional e/ou turbina de perfuração ou motor de fundo, com possível aplicação de técnica MPD (Managed Pressure Drilling) em algumas seções do poço.

 

Como base de apoio marítimo, estão previstas as bases Nitshore em Niterói e/ou o Porto do Açu, em São João da Barra, no estado do Rio. Para apoio aéreo, deve-se usar o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).

 

BM-C-753, BM-C-789, BM-S-536, BM-S-647 e Titã, nas bacias de Campos e Santos

Com área total de 3,234 mil km², os blocos ficam em lâminas d’água entre 2,6 mil m e 3,1 mil m, à distância mínima da costa de 192 km (Arraial do Cabo, no estado do Rio).

 

Está prevista a perfuração de até 17 poços exploratórios nos ativos, com utilização de um navio-sonda ou semisubmersível com DP. O método previsto é o de perfuração rotativa convencional e/ou turbina de perfuração ou motor de fundo, com possível aplicação de técnica MPD em algumas seções do poço.

 

Como base de apoio marítimo, estão previstas as bases Nitshore em Niterói e/ou o Porto do Açu, em São João da Barra, no estado do Rio. Para apoio aéreo, deve-se usar o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).

 

SEALM-351, SEAL-M-428, SEAL-M-430, SEAL-M-501, SEAL-M-503, SEAL-M-573, na Bacia de Sergipe-Alagoas

A área em questão, de aproximadamente 4,531 mil km², está situada entre 2,1 mil m e 3,8 mil m de lâmina d’água. A locação de poço proposta mais próxima da costa está a 67 km de Brejo Grande (SE).

 

Está prevista a perfuração de até 11 poços para fins de exploração e delimitação comercial, com utilização de uma sonda de perfuração flutuante (navio-sonda ou semisubmersível) com sistema de posicionamento dinâmico. O método previsto é o de perfuração rotativa convencional e/ou turbina de perfuração ou motor de fundo, com possível aplicação de técnica MPD em algumas seções do poço.

 

Como base de apoio e suporte logístico, estão previstas as bases Porto do Açu em São João da Barra (RJ) e/ou Nitshore em Niterói (RJ) e/ou Brasco em Niterói (RJ), para a região sudeste, e Porto de Salvador (BA) , Porto de Aracaju (SE), Porto de Maceió (AL), na região nordeste.

 

Para apoio aéreo a previsão é a utilização do Aeroporto Internacional Santa Maria em Aracaju (SE).

 

KAROON


Goiá e Neon, na Bacia de Santos

Os campos estão localizados a 240 km da costa do estado de São Paulo, nos blocos de S-M-1037 e S-M-1102 (Neon) e S-M-1101 e S-M-1165 (Goiá), em lâmina d´água entre 300 e 400 m.

 

A explotação de Neon prevê a perfuração de poços entre abril e dezembro de 2020 e o primeiro óleo em abril de 2021.

 

O campo de Neon leva em conta, inicialmente, a instalação de um sistema de produção por dois poços produtores horizontais e um poço direcional injetor de gás, ligados individualmente a um FPSO.

 

Como é esperada a atuação do aquífero na manutenção da pressão do reservatório, inicialmente não serão perfurados poços injetores de água. O projeto considera ainda possibilidade de uma completação inteligente e a elevação artificial com o emprego de gas lift.

 

A plataforma prevista terá capacidade nominal de 30 mil bopd e 1,2 milhão de m³/d de gás. O óleo produzido será escoado por navios aliviadores, e o gás associado produzido será consumido na combustão interna de geradores de energia elétrica e sistema de aquecimento do óleo. O gás excedente será reinjetado no reservatório.

 

A Karoon planeja desenvolver o campo de Goiá após Neon, realocando a unidade de produção e suas facilidades.

 

PETROBRAS


Alto de Cabo Frio Central (porção na Bacia de Campos)

O bloco está a aproximadamente 115 km da cidade de Cabo Frio (RJ), cobrindo área de 2,56 mil Km², em lâminas d’água entre 1,5 mil m e 2,7 mil m.  

 

O PEM do ativo prevê a perfuração de um poço firme até a formação Barra Velha no primeiro semestre de 2019. Adicionalmente, propõe-se, como compromisso, um teste de formação contingente ao resultado do poço. Caso o resultado seja positivo, existe a previsão de perfuração de até mais cinco poços semelhantes ao primeiro.

 

O plano é utilizar uma sonda de perfuração flutuante (semisubmersível ou navio-sonda) DP, com método de perfuração rotativa convencional e possível aplicação de técnica MPD.

 

As atividades de apoio marítimo e aéreo serão feitas a partir do Porto do Rio e do Aeroporto de Cabo Frio (RJ).

 

Campo de Manati, na Bacia de Camamu

O projeto “BA3340 – Complementação da malha de drenagem do Campo de Manati” visa à obtenção de produção incremental de 1,4 milhão de m³/d de gás natural. Para tanto será necessária a perfuração e completação de quatro poços verticais em lâminas d’água de 40 m a 45 m e profundidades de 1,530 mil m a 1,570 mil m, com sonda autoelevatória.

 

BM-J-4 e BM-J-5, na Bacia de Jequitinhonha

As concessões compreendem área total de 4,7 mil km², em lâminas d’água entre 1 mil m e 3,450 mil m.

 

Planeja-se a perfuração de 11 poços com uma semisubmersível ou navio-sonda dotado de sistema DP, pelo método rotativo convencional e possível aplicação de MPD.

 

A base de apoio marítima prevista é o porto de Ilhéus (BA), enquanto a de apoio aérea será o Aeroporto de Ilhéus (BA). Alternativamente pode ser utilizado o aeroporto de Salvador (BA).

 

PETRORIO


FZA-539, na Foz do Amazonas

O bloco exploratório FZA-539 está a cerca de 530 km da cidade de Belém, no Pará, em lâmina d’água de até 200 m.

 

A PetroRio planeja a perfuração de até três poços exploratórios verticais no ativo, com objetivo de confirmar a presença de hidrocarboneto e determinar a extensão da acumulação. Os poços deverão ser perfurados a profundidades de até 3 mil m, a partir da superfície do mar.

 

Para a campanha, planeja-se a utilização de um navio-sonda com posicionamento dinâmico, sem necessidade de ancoragem e método de perfuração rotativa convencional.

 

O apoio marítimo será feito pelo Porto de Belém (PA).

 

FZA-254, na Foz do Amazonas

O ativo se localiza a cerca de 350 km da cidade de Macapá (AP), em lâminas d’água entre 150 m e 1,6 mil m.

 

Está prevista a perfuração de até dois poços exploratórios verticais de 4 mil m de profundidade.  Para a campanha, planeja-se a utilização de um navio-sonda DP,, sem necessidade de ancoragem e com método de perfuração rotativa convencional.

 

O apoio marítimo será feito pelo Porto de Belém (PA).

 

SHELL


Desenvolvimento da produção dos Blocos BM-S-54 e Sul de Gato do Mato, na Bacia de Santos

Com área total de 495.08 km², os ativos situam-se a uma distância mínima da costa de 214 km em relação ao sul do estado do Rio de Janeiro. Sua profundidade mínima é de aproximadamente 1,9 mil m e a máxima, de aproximadamente 2,1 mil m.

 

Está prevista a instalação de um FPSO com capacidade para produzir 90 mil bopd e comprimir 8,5 milhões de m³/d de gás natural a partir do terceiro trimestre de 2023.

 

O projeto prevê o desenvolvimento da produção a partir de até quatro poços produtores, contemplando também quatro injetores de gás e dois injetores de água do mar.

 

Para essa fase do projeto, duas opções estão sendo avaliadas quanto ao destino do excedente do gás produzido. A primeira, relativa a sua injeção no reservatório, por meio dos poços injetores supracitados. A segunda opção seria a exportação do gás pela interligação do sistema de produção por um novo trecho de gasoduto com infraestrutura offshore já instalada, que seria a plataforma PMXL-1, no Campo de Mexilhão, ou o sistema de produção do campo de Uruguá. Essa segunda opção, caso adotada, deve ser empregada já a partir do primeiro óleo.

 

Caso a opção de interligação/ escoamento via infraestrutura offshore já instalada não seja viável, deverá ser implantada uma segunda fase do projeto, consistindo em um novo sistema de escoamento offshore e onshore, com previsão de implementação apenas para 2027.

 

Em suas atividades nas bacias de Campos e Santos, a Shell emprega bases logísticas localizadas nos municípios de Rio de Janeiro e Niterói (RJ), São João da Barra (RJ) e Vila Velha (ES). Para este projeto específico deverão ser empregadas as bases portuárias localizadas nestas mesmas áreas.

 

Como base de suporte aéreo deverá ser utilizado o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).

 

Bloco CM-791, na Bacia de Campos

A área da atividade está localizada na costa do estado do Rio de Janeiro, cobrindo um total de 701 km². A distância mínima do bloco até a costa é de aproximadamente 208 km em relação ao município de Arraial do Cabo (RJ). Sua profundidade mínima é de aproximadamente 2,8 mil m e a máxima, de cerca de 3 mil m.

 

Está prevista a perfuração de até três poços exploratórios pelo método convencional rotativo, por um navio-sonda com tecnologia DP.  

 

As bases logísticas para suporte primário à atividade ainda não estão definidas, podendo ser localizadas no Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Arraial do Cabo (RJ), São João da Barra (RJ) ou Vila Velha (ES).

 

Para base de apoio aéreo poderá ser utilizado o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ), ou aeroportos em Cabo Frio (RJ), Campos (RJ) ou Farol de São Tomé (RJ).

 

A atividade de perfuração tem previsão de início em Janeiro de 2021, devendo perdurar por aproximadamente 120 dias.

 

Alto de Cabo Frio Oeste, na Bacia de Santos

O ativo está situado na costa do Rio de Janeiro, cobrindo área de 1,4 mil km². A distância mínima do bloco até a costa é de aproximadamente 118 km em relação ao município de Arraial do Cabo (RJ). Sua profundidade mínima é de aproximadamente 1,387 mil m e a máxima, de 2 mil m.

 

Está prevista a perfuração de até três poços exploratórios pelo método convencional rotativo com um navio-sonda DP.

 

A base logística para suporte primário à atividade ainda não está definida, mas possivelmente será localizada na cidade do Rio de Janeiro ou Niterói (RJ). Para suporte secundário, poderão ser utilizados o Porto do Forno, em Arraial do Cabo (RJ), o porto do Açu, em São João da Barra (RJ) ou Porto de Vitória (ES).

 

Para base de suporte aéreo será utilizado o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ), havendo ainda a possibilidade de uso eventual dos aeroportos de Cabo Frio, Macaé ou Campos, no estado do Rio.

 

A atividade de perfuração tem previsão de início em abril de 2019, devendo perdurar por aproximadamente 120 dias.

 

Saturno, na Bacia de Santos

Situado na costa do Rio de Janeiro, Saturno cobre uma área total de 1,1 mil km². A distância mínima do bloco até a costa é de aproximadamente 200 km em relação ao município de Arraial do Cabo (RJ). Sua profundidade mínima é de aproximadamente 2,470 mil m e a máxima, de 2,910 mil m.

 

O projeto prevê a perfuração de até cinco poços exploratórios pelo método convencional rotativo, com a possibilidade de realização de até dois testes de formação. Para a atividade de perfuração será empregado um navio-sonda com tecnologia DP.

 

As bases logísticas para suporte primário à atividade ainda não estão definidas, podendo ser localizadas no Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Arraial do Cabo (RJ), São João da Barra (RJ) ou Vila Velha (ES).

 

Para base de suporte aéreo será utilizado o aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, Cabo Frio, Macaé ou Campos, no estado do Rio.

 

A atividade de perfuração tem previsão de início em Janeiro de 2020, devendo perdurar por aproximadamente 120 dias. As demais atividades, contingentes aos resultados do primeiro poço exploratório, poderão ter início na sequência da conclusão do primeiro poço, com continuidade ao longo de 2020 e 2021.

 

TOTAL


Lapa, na Bacia de Santos  

A atividade de perfuração para o desenvolvimento de produção do campo prevê a utilização de um navio-sonda do tipo DS-4 (a petroleira afretou uma sonda da Ensco), com ancoragem do tipo DP.

 

O apoio marítimo e aéreo é feito a partir do Porto de Niterói e do Aeroporto de Jacarepaguá.

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